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Nelsinho Trad cobra recuperação de estradas em Mato Grosso do Sul

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) manifestou preocupação com a precariedade das estradas federais que cortam o estado de Mato Grosso do Sul e pediu ...

13/07/2023 12h11
Por: Redação Fonte: Agência Senado
 - Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
- Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

O senador Nelsinho Trad (PSD-MS) manifestou preocupação com a precariedade das estradas federais que cortam o estado de Mato Grosso do Sul e pediu ao governo federal a recuperação dessas rodovias. Em pronunciamento na quarta-feira (12), ele disse que a BR-267 e a BR-262, conhecida como “Rodovia da Morte” precisam de condições seguras para o transporte de pessoas e para o escoamento da produção agropecuária da região.

— O Brasil atual é, essencialmente, sustentado pelo agronegócio, por meio do qual nossas exportações geram as divisas e a arrecadação de que o país tanto necessita para dinamizar a economia nacional e financiar as políticas públicas. No entanto, as condições precárias em que tais rodovias se encontram hoje têm gerado um impacto desastroso para nossa produção, pois, além de impactar o escoamento da produção, está causando a morte de dezenas e até centenas de habitantes, motoristas, cidadãos que circulam nessas estradas.

Escolas cívico-militares

No mesmo discurso, o senador criticou a decisão do governo federal de não dar continuidade ao Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares. A iniciativa que incentivava a participação de militares como monitores na gestão educacional, segundo o senador, é um caso de sucesso e não deveria ser extinta. Ele pediu que o governo reveja a decisão que, para ele, teve cunho político-ideológico.

— Um programa educacional que visa a fortalecer a formação das pessoas que precisam ter formação educacional para poder ser alguém na vida, com disciplina, com valores de família, com noções de hierarquia, com cobrança de metas e desafios dos conteúdos a serem aplicados. Qual o pai, qual a mãe de família que não quer isso para o seu filho? Vamos repensar essa situação! Não se pode abandonar um programa que deu certo simplesmente porque foi feito por um governo diferente do que aí está.

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